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Riot police detain an anti-government protester at shopping mall in Tai Po, Hong Kong, China November 3, 2019. REUTERS/Tyrone Siu

A China anunciou que Hong Kong não pode decidir se o uso de máscaras é ou não inconstitucional.
Na segunda-feira (18), o Supremo Tribunal de Hong Kong declarou inconstitucional a proibição do uso de máscara durante os protestos.
Na madrugada desta terça-feira (19), a alta legislatura da China disse que os tribunais de Hong Kong não têm poder para decidir sobre a constitucionalidade deste assunto.
Em comunicado, um porta-voz do congresso chinês (Comissão de Assuntos Legislativos do Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo) informou que "nenhuma outra autoridade tem o direito de fazer julgamentos e decisões" a não ser o governo chinês. A China decidiu mudar o chefe da polícia de Hong Kong.
A agência de notícias estatal Xinhua informou que Chris Tang é o novo chefe de polícia de Hong Kong. Ele disse que as fake news mancham a reputação das forças policiais.
A mudança ocorreu quando as manifestações pró-democracia mergulharam Hong Kong num clima de violência e incerteza.
As atenções estão neste momento no campus universitário da Universidade Politécnica onde dezenas de estudantes foram cercados pela polícia.
Hoje, a líder de Hong Kong, Carrie Lam, disse esperar que a polícia e os manifestantes cheguem a um acordo. Ela pediu também à polícia para resolver a situação de forma humana. Carrie disse ainda que os cem manifestantes que estão na universidade não têm outra opção a não ser se renderem.
Na última madrugada, alguns deles conseguiram sair do edifício e fugir da polícia. A instabilidade começou há mais de meio ano. Agencia Brasil.
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