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Bruno Henrique comemora o gol que abriu o placar no clássico


Por vezes, a distância tática e técnica entre dois times é tão grande que nem o fator clássico é capaz de proporcionar muito equilíbrio. Neste domingo, o superlíder Flamengo não poupou uma gota de suor sequer e manteve seu padrão de jogo para fazer 2 a 0 sobre um Fluminense que até tentou, mas esbarrou nas próprias limitações.
O time de Marcão não aguentou mais de três minutos de pressão rubro-negra no Maracanã. Foi nesta altura, após cruzamento de Rodinei, que Bruno Henrique reafirmou, de cabeça, o título de Rei dos Clássicos. São nove gols marcados contra os rivais do Rio, três para cada.
No abafa que durou metade do primeiro tempo, o Flamengo ainda poderia ter ampliado com Gabigol, caso Anderson Daronco não tivesse usado o árbitro de vídeo para ignorar pênalti claro cometido por Nino. O Fluminense, por sua vez, cresceu à medida que os espaços entre a zaga e o meio-campo rubro-negro surgiam. Mas havia um Diego Alves no meio do caminho.
Jorge Jesus, que não curte poupar jogadores, até decidiu dar um tempo de folga a Arão. Mas manteve Gerson no time e voltou a usar Filipe Luís, recuperado de lesão no joelho. O camisa 8 ampliou o placar num chute que desviou em Gilberto, antes de ser substituído justamente por Arão em meados da segunda etapa.
O segundo gol rubro-negro praticamente antecipou o fim do clássico e manteve o time da Gávea com boa gordura na ponta do Brasileirão. Jornal Extra.
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