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Mizael Brachak, gremista e gerente da Fogo de Chão, e Marcos da Costa, garçom da churrascaria e torcedor do Internacional. Lados diferentes hoje


Amigos, companheiros de trabalho há três anos e com fortes raízes gaúchas, Mizael Brachak e Marcos Edenilson da Costa estarão de lados opostos hoje, enquanto atendem os clientes da churrascaria Fogo de Chão, em Botafogo, durante jogo entre Flamengo e Grêmio pela semifinal da Libertadores.
Gerente do estabelecimento desde 2011, Mizael é gremista fanático, e acredita tanto na classificação do tricolor gaúcho que já comprou passagem e ingresso para a final da Libertadores, em Santiago, no Chile. Marcos, por sua vez, viu o Internacional ser eliminado pelo Flamengo, mas vai deixar a mágoa de lado para “secar o grande rival”.
— A primeira torcida é pelo Inter, e a segunda é sempre anti-Grêmio, não importa a situação. Na hora do jogo, é esquecer que o Flamengo tirou o Inter e torcer com força para o Grêmio rodar — resume o jovem de 22 anos, que há três mora no Rio.
Mizael, com mais tempo na cidade, estima que 90% dos funcionários da churrascaria são naturais do Rio Grande do Sul, e diz que há uma divisão meio a meio entre colorados e gremistas. Nos jogos do Flamengo contra o Inter, ele admite que foi temporariamente rubro-negro.
— Quando o Inter caiu na Libertadores, eu vim para o trabalho com a camisa do Flamengo por baixo só para provocar. Na primeira semifinal, a gente teve aturar os colorados quando o Flamengo saiu na frente, mas a comemoração quando o Grêmio empatou foi tanta que teve até cadeira caindo. O legal é que os clientes já nos conhecem há muito tempo e levam na esportiva — explica Mizael, que aposta num 1 a 0 ou 2 a 1 para o Grêmio. Marcos, por sua vez, tem outro palpite:
— Vai ser 2 a 0 para o Flamengo, e vou até arrumar uma camisa para usar na hora do jogo. Aturar festa de gremista no trabalho será insuportável. Jornal Extra.
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